quarta-feira, 13 de abril de 2011

A invisibilidade

Depois de ouvir um relato sobre invisibilidade num domingo pela manhã em minha igreja, passei a entender que isso não é somente dom de super-herói de HQ. Vi que era algo bom e extraordinário, visto que não é qualquer pessoa que agüenta ser invisível aos olhos dos outros.

A questão da invisibilidade é que o homem deixa de ser exaltado no momento em que Deus o usa, e o foco estelar passa a ser o próprio Deus. Um bom exemplo dado sobre isso, naquela manhã, é quando um pai chega de carro na porta de casa, e a mãe lá dentro do lar pergunta ao filho quem está lá fora, e o filho diz: “Não é ninguém, é só o pai!”.

Seria muito doloroso, com certa tensão de rejeição, ver-se num parâmetro como esse. Contudo, é exatamente esse o objetivo: quando nos apagamos, a Glória de Deus toma o nosso lugar. No tocante a honra, é uma questão que deve, acima de tudo, ser computado por Deus, pois Ele se lembra de tudo.

Começa-se a perceber na vida que Deus nos deu, é muito mais que nós mesmos. Quando fazemos algo cujo foco é os céus, os refletores se apagam de nós e se dirigem a Ele. Mas, no silêncio do palco, sempre vem o presente de Deus.

Eis um segredo de Deus: quando nos jogamos para o Pai, Ele nos joga para cima. Portanto, o não reparar, o não reconhecimento, a não aprovação, entre outras coisas que passam por cima de nós, ou entre nós, como se fossemos nada, é bom que se comece a reparar que, você está ficando invisível.

Vandressa Holanda Gefali
Direto desta geração.

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